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É o fim do mundo? Tenho que pagar pra ver!

Sobre conteúdos pagos e serviços online. Parece ironia, que eu, formada em ciência da informação no ano de 2005, defensora da inclusão digital venha hoje defender conteúdos pagos na internet.


É, mas como já diziam os mais vividos, o uso do cachimbo...





Enfim, o que posso dizer ou comunicar sobre a questão emblemática de conteúdos pagos na internet é que os conteúdos não nascem em moitas de fibra ótica. Precisam de pessoas para produzi-los, pelo menos por enquanto!


Então, uma pessoa que produz conteúdo para a internet pode ser considerada um trabalhador ou um fazedor de conteúdos que precisa transformar os resultados de seu trabalho em recursos financeiros, gerar renda, receita e audiência.


No entanto, os desafios são muitos:


a) questões jurídicas / trabalhistas;

b) questões de segurança da informação;

c) questões de liberdade de expressão;

d) questões de influência política;

e) questões financeiras / recompensas monetárias / geração de renda;

f) questões de comunicação / publicidade e propaganda.


E tem outros desafios como os concorrentes que fazem o mesmo ofício no campo de batalhas. Às vezes, os concorrentes são seus piores inimigos neste mercado pois eles são os responsáveis por 90% das "cascas de banana" que você vai encontrar no caminho.


Vocês já devem ter observado, influencers digitais sendo assediados por polícia, políticos e odiadores de plantão como haters, trolls, hackers.


São contas que somem da noite para o dia devido às falhas de segurança cibernética. Ou falta de experiência da parte de quem gerencia as contas.


Dificuldades criadas para enlouquecer o produtor de conteúdo e desviá-lo da rotina normal de trabalho.


É muito "hard" e a gente sorri diante das câmeras e nos emoji de carinhas sorridentes. Muita alegria e trabalho árduo! Isso é para quem ama o que faz e acredita que vai dar certo quando alcançar comissão de seis dígitos antes da vírgula. É renda. É dinheiro jorrando da rede com trabalho e empenho artístico! ;-)


Seguir em frente quer dizer fazer diferente até dar certo!


Então, quando você cria sua comunidade, sua cartela de preços para assinantes, membros ou associados, você dá um grande passo rumo ao reconhecimento de um legado digital. Você preparou o terreno, semeou, cuidou e começa a colheita.


O conteúdo de boa qualidade é foco, a publicidade é um alvo e quem faz pontos no Analytics é quem tem o bilhete premiado. Mas... demora, tem que querer muito e brigar bastante atrás das telas de computador ou celular.


Como os artistas estão fazendo agora, trabalhando em sistemas abertos de conteúdo gratuito, entre aspas, pago por publicidade, patrocínio de marca e algumas vendas de coisas que nem sempre são CD's ou DVDs!


Um artista vende paixões, vende emoções, vende imagem por trás da melodia. É conquista, é desejo, é ostentação e é fofoca também.


A gente segue, ama, odeia e chama os amigos para esta comunhão!











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