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Museu do Índio: destino incerto ou inconfessável?

Jornal do Brasil Marcelo Auler A decisão do governador Sérgio Cabral de não mais demolir o prédio do antigo Museu do Índio pode guardar alguns segredos ou desejos (por enquanto) inconfessáveis. A nota que o Palácio Guanabara divulgou segunda-feira (28) admitiu que “o Estado ouviu as considerações da sociedade a respeito do prédio histórico, datado de 1862, analisou estudos de dispersão do estádio e concluiu que é possível manter o prédio no local” Ou seja, uma posição aparentemente democrática. Nada falaram sobre a destinação a ser dada ao edifício que ainda seria desconhecida. Só definiram que ele terá que ser “desocupado dos seus invasores”. Ou seja, os índios que ali estão desde 2006 vão para o olho da rua. Abrirão espaço para a reforma a ser feita pela empresa que vencer “a licitação do Complexo do Maracanã”. Como se sabe, o sonho   do governo Cabral é entregar o Maracanã para a administração privada. Pelo que se fala, quem está de olho grande nele é o megaempresário Eike B

Rio decide tombar Museu do Índio, mas destino de indígenas é incerto

O governo do Rio de Janeiro anunciou nesta segunda-feira que vai tombar o Museu do Índio, no Maracanã, espaço alvo de disputa entre indígenas que ocupam o lugar e os responsáveis pelo projeto de reforma dos entornos do estádio de mesmo nome para a Copa do Mundo de 2014. Ainda assim, continua incerto o destino das famílias indígenas que moram ali, já que o museu será, segundo o governo, "desocupado" para que o espaço possa ser reformado - a desocupação é rejeitada pelos índios. "O Estado ouviu as considerações da sociedade a respeito do prédio histórico, datado de 1862, analisou estudos de dispersão do estádio e concluiu que é possível manter o prédio no local", diz nota divulgada pelo governo estadual. O museu, que pertence ao governo, está fechado há seis anos, período em que o local passou a ser ocupado por tribos de diversas etnias que criaram a chamada "Aldeia Maracanã". A área, na zona norte do Rio, ia ser demolida como parte da modernizaç

Nova liminar da Justiça do Rio impede demolição de antigo Museu do Índio

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Vitor Abdala -  Agência Brasil 27.01.2013 - 15h04 | Atualizado em 27.01.2013 - 15h33 Manifestantes no antigo Museu do Índio (Foto: Tânia Rêgo/ABr) Rio de Janeiro – O plantão do Tribunal de Justiça do Rio concedeu ontem (26) liminar à Defensoria Pública do estado, impedindo a demolição do antigo Museu do Índio, localizado ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. A decisão foi tomada pelo juiz André Felipe Tredinnick. A Justiça determina uma multa de R$ 60 milhões caso a decisão seja descumprida. O juiz justifica sua decisão por um documento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que considera o imóvel, construído há 150 anos, de “valor não apenas por suas características arquitetônicas, mas como memória e identidade dos povos indígenas”, diz o texto da liminar. A decisão considera ainda que a demolição do prédio seria “injustificável” e um “dano irreparável”. “A Fifa [Federação Internacional de Futebol] manifesta-se por

Ministra da Cultura, Marta Suplicy, manifestou apoio à preservação do Museu do Índio

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, conversou nesta quarta-feira (23), com o governador em exercício do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, para manifestar a posição do Ministério da Cultura (MinC) a favor da preservação do Museu do Índio, prédio datado de 1862, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. A ministra disse que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) já recomendou ao estado o tombamento do imóvel. “O Brasil é um país que respeita e valoriza a diversidade. Cada vez mais isto é reconhecido no mundo. Esperamos que prevaleçam o interesse na preservação do patrimônio material e imaterial e a sensibilidade do governo do estado”, afirmou a ministra. (Texto: Ascom/MinC) Fonte: MinC http://www.cultura.gov.br/site/2013/01/23/museu-do-indio/

TRF dá prazo de dez dias para União se manifestar sobre demolição do antigo Museu do Índio

Nielmar de Oliveira Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro - O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) estabeleceu prazo de dez dias para que a União se manifeste sobre o pedido de suspensão de duas liminares que impedem a remoção da Aldeia Maracanã e a demolição do prédio do antigo Museu do Índio, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pelo presidente em exercício do TRF2, desembargador federal Raldênio Bonifacio Costa, em despacho assinado ontem (16) e expedida em atendimento ao pedido de reconsideração apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a decisão da presidência do tribunal, que, em novembro do ano passado, cassou as liminares. Segundo informações constantes da página do TRF2 na internet, os autos do recurso já foram remetidos para a Advocacia-Geral da União (AGU). Elas indicam, ainda, que as liminares haviam sido concedidas pela primeira instância da Justiça Federal a pedido da Defensoria Pública da União (DPU), que ajuizou duas

Retratos da Copa : A controversa demolição do Museu do Índio

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Por  Rafa Santos  |  Futebol Cinco Estrelas  –  qua, 16 de jan de 2013 10:13 BRST Foto: Estadão Conteúdo É impossível abordar a questão dos povos indígenas no Brasil em poucas linhas. No entanto, a foto acima explica muita coisa. Primeiro foram os colonizadores europeus. Hoje em dia os índios brasileiros disputam espaço com grileiros de terra, fazendeiros, biopiratas e com o poder público em pleno centro urbano no Rio de Janeiro. A Copa do Mundo de 2014 esbarrou nos povos indígenas. E as 23 famílias que ocupam o antigo Museu do Índio, no Maracanã, na região norte do Rio de Janeiro têm tudo para perder a disputa. O prédio está ocupado por ao menos 40 homens do Batalhão de Choque da PM desde a última sexta-feira. A desocupação depende apenas de um mandado de reintegração de posse. A prefeitura do Rio de Janeiro já autorizou a demolição do antigo museu para obras no entorno do Maracanã. O entrave entre poder público e população indígena não é novo. O museu é o foco de intensa

Unesco cobrará explicações sobre decisão de demolir Museu do Índio

Daniela Fernandes De Paris para a BBC Brasil A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) enviará uma carta ao governo brasileiro solicitando explicações sobre o plano de demolição do antigo Museu do Índio, nos arredores do Maracanã, disse à BBC Brasil um porta-voz da entidade. O governo do Rio de Janeiro, com apoio da prefeitura da cidade, estaria decidido a demolir o prédio para a construção de um estacionamento no local como parte das obras de modernização do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, contrariando a orientação do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural, que pede a preservação do prédio, de 150 anos. "Vamos verificar se a área do prédio que deve ser demolido integra a região do Rio de Janeiro que faz parte da lista do patrimônio mundial da Unesco", afirma Roni Amelan, do Setor de Relações Externas e Informações Públicas da Unesco. Em julho do ano passado, as paisagens urbanas do Rio de Janeiro

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