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Instagram nega intenção de vender fotos de usuários para publicidade

Rede social divulgou nota para esclarecer confusão nos Termos de Uso REDAÇÃO ÉPOCA O Instagram divulgou, nesta terça-feira (18), uma nota para esclarecer as mudanças em seus  Termos de Uso . A rede admitiu que errou ao publicar texto confuso sobre o uso das fotos dos usuários. A versão inicial  provocou revolta nos usuários , que entenderam que a partir de 16 de janeiro as imagens poderiam ser usadas em anúncios no próprio Instagram e no Facebook, sem necessidade de pedir permissão aos autores. “Nossa intenção não é vender suas fotos. Nós estamos trabalhando para melhorar a linguagem nos termos e deixar isso claro”, escreveu Kevin Systrom, co-fundador do Instagram. Segundo ele, a decisão de rever o texto foi tomada após análise de reclamações dos usuários e publicações na imprensa. Systrom explica que a rede foi criada para ser um negócio e, como tal, precisa ser sustentável. Por isso, a empresa pensou em um novo modelo de publicidade, em que usuários e empresas poder

Quem é dono do conhecimento e da cultura?

Estamos vivendo um processo histórico de definição dos marcos de propriedade intelectual e a possibilidade de rever nossos compromissos nesta área e da cultura de um modo geral como um direito humano. Assim como em outras áreas do direito, atualmente há maior percepção de que na década de 90 – período de maior incidência neoliberal nas políticas públicas do país – houve demasiada e indevida concessão da dimensão pública e social aos marcos jurídicos de interesse ligados ao comércio internacional e, especialmente, aos grandes temas como investimentos, serviços e propriedade intelectual.  A avaliação é de Carol Proner, doutora em direito, é coordenadora do Procade Democracia e Inclusão Tecnológica (UFSC/UniBrasil/PUC-PR/UNISANTOS), em entrevista ao Adverso, publicação do Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior de Porto Alegre (Adufrgs Sindical). Autora dos livros  Propriedade intelectual e direitos humanos: Sistema Internacional de Patentes e Direito ao

Sergipe: Governo lançará crédito para estimular empreendedorismo cultural em SE

Na próxima quarta-feira, 19 de dezembro, às 19h, no Museu da Gente Sergipana, o Governo do Estado dará mais um passo para o fortalecimento da política cultural de Sergipe. É nessa data que será lançado o Credi Cultural, projeto realizado pelo Banese, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) que visa disponibilizar uma linha de crédito voltada para o empreendedor cultural de Sergipe. O projeto conta ainda com a parceria do Sebrae, Jucese e Conselho de Jovens Empreendedores de Sergipe (CJE-SE). O crédito poderá ser acessado por qualquer pessoa que atue na área cultura, seja firma individual, pessoa física (empreendedor individual) ou micro e pequenas empresas que atuem no ramo cultural, independente do segmento. A secretária de Estado da Cultura, Eloisa Galdino, afirma que a idéia do projeto surgiu com o objetivo de fomentar o empreendedorismo cultural no Estado. "Nossa missão é garantir o desenvolvimento da cultura em Sergipe, por isso, são incessantes as nossas

Amapá: Governo do Estado cria linha de crédito aos empreendedores culturais

Da Redação Agência Amapá O governo estadual, por meio da Agência de Fomento do Amapá (Afap), em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Secretaria de Estado da Comunicação (Secom) e Conselho Estadual de Cultura, criou a linha de crédito Afap Empreendedores Culturais. A linha, em fase de conclusão, faz parte da estratégia montada pela empresa para fomentar setores-chaves da economia amapaenses, como tecnologia, construção, indústria e, agora, a cultura. A criação da nova linha segue o mesmo ritual empregado para a criação das três outras que tiveram a participação efetiva dos representantes do público para o qual as linhas foram criadas: donos de lojas de informática, construção civil e agora os produtores culturais, representados pelas instituições voltadas à cultura. A nova linha oferece até R$ 15.000,00 aos produtores culturais, com taxa de 1% e prazo de 12 (capital de giro) e 24 meses (investimento fixo). A linha pode trazer uma novidade, um prêmio pela p

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